quinta-feira, 31 de maio de 2012

A Palavra dos Outros: JLA Year One por Hugo Silva

Hugo Silva  dá-nos a conhecer a sua visão sobre uma série que no final dos anos "90" redefiniu a Justice League os America: JLA Year One!
Nesta grelha estão de fora alguns incontornáveis do DCU, como Batman, Wonder Woman e Superman mas a estória foi boa e "desenjoou" da habitual formação.
Fiquem com as palavras de Hugo Silva !


JLA Year One

Em 1998 a DC lançou numa maxi-série de 12 edições, mais tarde reunidas num TPB, um novo olhar sobre as origens da sua maior equipa, a Liga da Justiça da América. Os criadores escolhidos foram os escritores Mark Waid e Brian Augustyn, equipa já habituada a trabalhar junta em Flash e que era conhecida pela sua paixão e conhecimento da história da DC. Como artistas nesta série tivemos Barry Kitson no lápis e Michael Bair na arte-final.
Com a origem da equipa a sofrer sempre bastantes alterações com as diferentes maxi-sagas que abalaram o Universo da DC, era necessário criar algo consistente e neste caso mais do que a origem, focou-se na camaradagem e em como se criou uma equipa coesa com 5 indivíduos muito diferentes uns dos outros.

A constituição original ficou da seguinte forma:

Lanterna Verde (Hal Jordan) era um herói novo, arrogante e com vontade de estar sempre no centro da ribalta.

Flash (Barry Allen) era mais calmo, tímido mas de uma certa forma alguém que transmitia mais confiança e estabilidade.

Canário Negro (Dinah Lance) era uma heroína de segunda geração e por estar habituada a conviver com a primeira geração de heróis não se inibe de estar sempre a fazer comparações entre ambos.

Aquaman era alguém a habituar-se à vida na superfície já que vivia debaixo de água, e nem via porque devia ser considerado um super-herói, já que para ele tudo aquilo era normal.

Caçador de Marte era um alien que não sabia se podia confiar ou não nos seus parceiros.

A série focava nas diferenças entre eles, em especial a dificuldade de Aquaman em falar com todos (o som viaja de forma diferente debaixo de água e por isso ele tinha que “aumentar o volume”) e o facto da Canário ser a única heroína e sofrer com algumas atitudes machistas dos restantes membros da equipa. A falta de medo de Hal, a calma de Barry e a versatilidade de J'onn são outras das coisas abordadas ao longo da série e como isso faz com que eles se tornem a equipa mais respeitada do Universo DC e que todos os restantes heróis e heroínas sigam a sua liderança na batalha final da mini contra uma invasão alien.

A equipa criativa faz um excelente trabalho a mostrar a diferença entre todos os heróis, quer enquanto equipa quer quando estão sozinhos na sua vida pessoal, que é mostrada de igual modo em conjunto com as suas aventuras enquanto super-heróis. A série tem momentos cómicos que nos fazem identificar ainda mais com estes heróis, situações como as que Dinah pede ao Flash apoio para ajeitar as botas enquanto este diz "devias repensar usar saltos altos já que não são nada práticos numa batalha" e ela agarra nas "asas" laterais da sua máscara para tapar os seus olhos, ou ainda o Aquaman a tentar aprender inglês lendo um livro infantil que ensina essa língua, são situações como essas que os tornam mais "humanos" aos nossos olhos.

Para além dessa interacção entre membros da equipa, o plot recorrente é o de um adversário que ataca a equipa desde a formação desta, e que no final vem-se a descobrir que se trata de uma tentativa de invasão alienígena do planeta natal dos extraterrestres que os nossos heróis derrotaram, ainda antes de se unirem como uma equipa. Pelo meio eles utilizam alguns vilões conhecidos, como Vandal Savage e outros, para irem distraindo os heróis enquanto preparam a melhor forma de os derrotar. Uma dessas distracções ia sendo fatal para todos eles, quando o vilão Brain (das histórias da Patrulha do Destino) utiliza a tecnologia dos aliens e consegue retirar aquilo que dá o poder aos nossos heróis, virando uma espécie de monstro Frankestein com o braço que tem o anel do Lanterna Verde, os olhos do Caçador de Marte, a caixa vocal da Canário e as pernas do Flash.

Os heróis precisam de ajuda da Doom Patrol (Patrulha do Destino) e do Aquaman (único não afectado pela arma) para ultrapassar essas adversidades e isso faz com que eles se apercebam da sua força como equipa, não necessitando somente dos seus poderes para conquistar uma vitória e passar por cima dos obstáculos. Basicamente aprendem que nasceram mesmo para ser heróis, é algo já inerente na sua personalidade e parte da sua vida.


Existem cameos de personalidades várias do universo DC que irão ser algo conhecidas no futuro como Ted Kord e Maxwell Lord, algo que dá outro elan à coisa toda e mais um motivo para achar piada a toda esta viagem ao passado. A batalha final é bem elaborada, os desenhos são sempre fluidos e com um ar nostálgico o suficiente para percebermos que não era algo actual, e que todos aqueles heróis estavam ou no seu começo ou no seu auge. Uma das coisas de que gostei mais, foi a forma como a Liga toma as rédeas da situação, dando "ordens" a todos os heróis sejam eles novatos, ou veteranos de primeira e segunda linha e como todos eles as seguem e sentem-se honrados por isso.


Uma leitura obrigatória quer para fãs da equipa, como para quem queira passar um bom bocado a ler uma história bastante divertida, interessante e com uma arte agradável ao olho.

Hugo Silva 

Já sabem, quem quiser fazer um texto sobre BD para este blogue basta contactar-me pelo mail nuno.amado@clix.pt!
Obrigado ao Hugo Silva  pelo seu dinamismo e ajuda no projecto Leituras de BD. Para o futuro este blogue irá estender-se para outras actividades relacionadas com a BD, e estas entradas d'A Palavra dos Outros e Lugar aos Novos estão a ser um belo tubo de ensaio!
Obrigado a todos.
:)

Boas leituras
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Às Quintas Falamos de BD - Maio / Notícias do CNBDI

Como tem sido tradição, o Centro Nacional de Banda Desenhada e Ilustração (CNBDI) promove mais um encontro na última 5ª Feira de cada mês.
Hoje o tema irá ser ser a guerra colonial, com autores que trabalharam o tema e a exibição de um filme!
O CNBDI informa também que Nelson Dona, o director do Amadora BD, está em França para apresentar o livro "Portugal", de Cyril Pedrosa, a convite da Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com o Instituto Camões de Paris e a Embaixada de Portugal em França. Este livro irá ser editado pela ASA! Boas notícias então!
Seguem as respectivas notas de imprensa:

Às Quintas Falamos de BD - Maio

Imagens da Guerra Colonial é o próximo encontro de Às Quintas Falamos de BD e terá lugar no dia 31 de Maio, pelas 21h00, no Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem.


Para este evento foram convidados a participar a Associação 25 de Abril e a Associação dos Deficientes das Forças Armadas, vários artistas da imagem e investigadores de BD, cinema, ilustração e cartoon que, ao longo dos anos, reflectiram e trabalharam este tema.

Esta iniciativa conta, ainda, com a participação especial de Manuel Freire.


Sinopse do filme:

Luta de libertação para uns, guerra de África para outros: o conflito que, entre 1963 e 1974, opôs o PAIGC às tropas portuguesas é visto, desde logo, de perspectivas diferentes por guineenses e portugueses.

Mas não são essas as únicas “duas faces” desta guerra: mais curioso é que, para lá do conflito, houve sempre cumplicidade: “Não fazemos a guerra contra o povo português, mas contra o colonialismo”, disse Amilcar Cabral, e a verdade é que muitos portugueses estavam do lado do PAIGC.

Não por acaso, foi na Guiné que cresceu o Movimento dos Capitães que levaria ao 25 de Abril. De novo duas faces: a guerra termina com uma dupla vitória, a independência da Guiné, a democracia para Portugal.

É esta “aventura a dois” que queremos contar, pelas vozes dos que a viveram.

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Portugal  - Cyril Pedrosa


O diretor do AmadoraBD, Nelson Dona, estará amanhã em Paris para apresentar o livro Le Portugal, de Cyril Pedrosa, a convite da Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com o Instituto Camões de Paris e a Embaixada de Portugal em França.
Cyril Pedrosa é um autor fran¬cês de banda desenhada, neto de por¬tu¬gue¬ses, cujo avô emi-grou para França, em 1936, e perdeu as suas relações com a terra natal. O luso-descendente, tal como a outra parte da sua família de origem francesa, não tinha qualquer relação com Portugal, nem sequer falava português. Na sua infância passou, pontualmente, algumas férias estivais em Portugal, mas só regressou ao país dos avós, já adulto, a convite do Salão de BD da Sobreda. Nas suas próprias palavras, encarou “ a vinda a Portugal como mais uma viagem a um país estrangeiro, a convite de mais um salão de banda desenhada europeu, estranhando até como conheciam o seu trabalho em Portugal!”.
No entanto, a viagem transformou-se “numa ou na viagem importante” da sua vida: Pedrosa reconstrói as suas “memórias de infância, des¬co¬brindo um país afetivo” ao qual ele não sabia que estava ligado. Ficou, particularmente, encantado com Lisboa, que nunca tinha visitado.
A partir daí, Cyril Pedrosa faz investigações familiares e recebe o apoio das autoridades francesas para uma residência artística em Portugal com o objetivo de realizar um álbum de BD sobre a procura da sua identidade e das suas raízes lusitanas. A pesquisa que durou cerca de um ano foi feita em Portugal e em França e acompanhada de perto pelo Instituto Franco-Português. Uma boa parte da sua investigação foi realizada no Centro Nacional de BD e Imagem (CNBDI). No AmadoraBD e logo em 2008 foram também apresentadas algumas pranchas deste livro.
O resultado do trabalho, que durou mais de três anos, é o livro “Le Portugal”, com quase 260 páginas, uma autoficção em BD onde a personagem Simon Muchat, autor de banda desenhada, é o alter-ego de Cyril Pedrosa. Esta foi uma das edições franco-belgas mais aguardadas de 2011, tendo vencido o Galardão FNAC no Festival de BD de Angoulême deste ano (júri: livreiros especializados), além de outros prémios europeus em países onde a obra já foi traduzida. Devido ao grande sucesso de vendas está em preparação a 3ª edição desta obra assim como a edição portuguesa que terá a chancela da ASA/LEYA.


Se quiserem ver mais "qualquer coisinha" sobre este livro, cliquem no link em baixo:

Portugal

Logo mais à tarde JLA - Year One por Hugo Silva!
Boas leituras
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VIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja: Exposições

O Festival de Beja trouxe doze exposições. Todas elas mostravam a estética e bom gosto dos organizadores na sua composição e localização. É verdade que aquela que eu gostei mais nessas duas vertentes também era a mais escondida, mas estava indicado e não há nada como um pouco de mistério... a exposição de que eu estou a falar era a dedicada ao super-fanzine de Geraldes Lino, Efeméride: Corto Maltese no Século XXI. É a foto de topo! Não desfazendo das outras, esta tinha um toque especial na sua composição que a diferenciava um pouco. O chão estava coberto de areia da praia e ouvia-se ruídos característicos da beira-mar, bem como os sons emitidos pelas gaivotas!


Lista de exposições:


  • André Oliveira
  • Carla Rodrigues
  • De Beja a Angoulême
  • Eliseu Gouveia
  • Júlio Shimamoto
  • Maria João Worm
  • Pepedelrey
  • Traços Comuns
  • Corto Maltese no Século XXI
  • Originais e Serigrafias da Bedeteca de Beja
  • Diogo Carvalho
  • Rui Lacas


Não tenho aqui fotos de todas infelizmente, mas penso que as presentes já irão dar alguma satisfação a quem procurar por imagens do Festival. Outros blogues têm outras fotos, e só ver ali no blogroll!
E vamos às fotos!

Corto Maltese no Século XXI






















André Oliveira






















Carla Rodrigues





Eliseu Gouveia

























Maria João Worm






















Pepedelrey





Originais e Serigrafias da Bedeteca de Beja























Diogo Carvalho




Júlio Shimamoto




Espero que tenham gostado. Podem ver bastantes fotos também no blogue Kuentro.
Há exposições que aqui não estão representada, isso deveu-se apenas à qualidades das imagens. Escolhi o lote das melhores e não teve a ver com gosto pessoal... gostaria de ter aqui todas!

Boas leituras
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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Lançamento ASA: Philip & Francis - A Armadilha Maquiavélica


A ASA continua a "bombar" para o mês de Junho.
Agora apresento Philip & Francis.
Série de humor baseada nas personagens criadas por E.P. Jacobs que mostra dois heróis completamente desajeitados...
Série esta que me deixa bastante expectante, para além disso o Verão está aí e para passar o tempo calorento, umas leituras leves são do melhor!
Nota de imprensa da ASA:


Philip & Francis - A Armadilha Maquiavélica

O professor Philip e o capitão Francis são os faróis da civilização ocidental, os pilares da sabedoria britânica. Mas o que teria acontecido se Philip tivesse interrompido os seus estudos, e se Francis nunca tivesse feito parte do exército? O mundo seria outro? Os nossos atrapalhados heróis foram parar a um mundo paralelo. Estão em Londres onde tudo está literalmente virado de pernas para o ar! Aqui, o típico autocarro de 2 andares possui 3, enquanto os táxis da cidade são conduzidos por cegos, já para não falar no nome das ruas que aparecem todos trocados…






Colecção: As Aventuras de Philip & Francis
Nº de págs: 56
Autores: Veys/ Barral
Edição: capa dura
ISBN:  978-989-23-1973-5
Nova série no catálogo ASA

A ASA vai também re-editar  da série "oficial" Blake & Mortimer o livro "O Santuário de Gondwana". Este livro vai para a sua terceira tiragem!
Fica a capa!



Boas leituras
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terça-feira, 29 de maio de 2012

Lançamento ASA: Bouncer Vol.6 Viúva Negra - Vol.7 Coração Dividido


A ASA vai-nos brindar com um álbum duplo da série excelente Bouncer. Os volumes que compõem este álbum são "Viúva Negra" e "Coração Dividido". Para os que diziam que esta série era mais uma para ficar pelo caminho, pode-se dizer que em Junho a série Bouncer estará em Portugal com o mesmo número de publicações que França. Acho que não é necessário dizer mais nada.
Segue a nota de imprensa sem mais delongas:





BOUNCER tomo 6 - A Viúva Negra

Neste western, repleto de massacres e bandidos, Bouncer preparar-se para entrar em confronto com uma temível personagem: A Viúva Negra. Esta última está determinada a apropriar-se da principal riqueza da região, ou seja, um rio
subterrâneo.
Entretanto, Bouncer é também alvo das tentativas de sedução da professora primária…
















BOUNCER tomo 7 – Coração Dividido

Os segredos da bela “Viúva Negra” vão ser revelados neste álbum.
Bouncer vai descobrir toda a verdade que esta misteriosa e manipuladora mulher esconde e o confronto entre os dois é inevitável, especialmente quando a professora primária também se envolve nesta guerra…





Colecção: Bouncer
Nº de págs: 128
Autores: Jodorowsky/Boucq
Edição: capa dura
ISBN:  978-989-23-1950-6

Álbum duplo
Com este tomo, temos no catálogo da ASA todos os livros desta série publicados em França.

Portanto leitores de BD... usufruam!
A série é excelente e a edição é óptima.

Boas leituras
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VIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja: Primeiras Fotos e Algumas Considerações


Ficou comprovado este ano que o Festival de Internacional de Banda Desenhada de Beja não é só BD. É a BD sim, o centro e o que nos move do nosso lugar de conforto, mas é toda a envolvência deste festival que o torna único! Por isso mesmo nunca o comparo com nenhum festival de BD português.
Num ano de “vacas muito magras” se não houvesse toda aquela envolvência que o festival arrasta consigo, seria muito difícil arrancar visitantes de todo o País na peregrinação a Beja. Para quem não sabe ou desconhece os factores que propiciam essa envolvência, eu posso enumerar algumas: simpatia, proximidade e empatia da organização com o público visitante, gastronomia, a beleza intrínseca de Beja, aulas de história ao vivo e a cores, organização informal mas sempre presente, programação muito variada (música, cinema) e por fim, mas muito importante, um calor humano muito grande que propícia a formação de amizades e mini-tertúlias por todo reduto do festival, estendendo-se à cidade também. Todos estes predicados viciam os visitantes a quererem sempre mais “uma dose” deste festival.
Este ano pode não ter tido o brilho de outros devido ao orçamento zero de uma Câmara Municipal com dificuldades financeiras, mas esta Câmara colaborou como pode (gráficas, pessoal, etc.) com a organização para que este Festival se realizasse novamente. A coragem da organização foi enorme e acabou por dar frutos! Afinal mesmo sem artistas internacionais que arrastam normalmente muita gente, posso dizer que o festival teve sucesso. E teve sucesso pelos factores já referidos, mas também porque nunca parou. As diversas actividades existentes num programa cheio correram quase ininterruptamente, o que fez com que eu não assistisse a algumas para “descansar” um bocado! Assim se faz muito com pouco, e o Paulo Monteiro é um homem com prática nisto, visto que os orçamentos deste festival nunca foram muito grandes. Este ano ganhou o prémio nesta categoria: fazer muito com muito pouco!
Eu adoro este festival, é um passeio magnífico que eu recomendo, e só posso agradecer ao público presente por não terem deixado “cair” o festival nesta altura difícil. O público foi um pouco menor que nos anos passados mas mesmo assim esteve lá muita gente.
De notar que este festival, para além de ter mais de uma dezena de exposições, ainda teve lançamentos. Referindo-me às exposições quero destacar uma pelo seu layout e envolvência: Efeméride: Corto Maltese no Século XXI. Esta exposição teve como base o super-fanzine de Geraldes Lino e estava com uma excelente apresentação e um bom gosto enorme. Destaco também a sala de Shimamoto e o corredor de Eliseu Gouveia. Mas as exposições ficam para outro post…
Quanto a autores tivemos alguns bons interpretes portugueses de topo nesta arte, como Eliseu Gouveia e Rui Lacas.
Falando de outras vertentes deste festival, e das quais não abdico, a tradição manteve-se com o jantar de Sexta e almoço de Sábado no restaurante “A Pipa” com as suas excelente “Presas de Porco Preto Ibérico”, e o almoço de Domingo no restaurante “A Muralha” onde as “entradas” fazem as delícias de qualquer comensal. Ainda na parte gastronómica, a tradição do jantar de Sábado promovido pela organização também se manteve. A outra tradição da qual eu não abdico é a lição de História ao vivo com o professor Florival Baiôa Monteiro, que coloca todo o seu humor, e amor, pela História da cidade Beja nas vistas históricas promovidas pela organização do festival. Desta vez ficamos a saber como funcionava uma grande Villa Romana em Pisões (arredores de Beja).
E agora ficam as primeiras fotos!

A espera pela abertura...


Inauguração do Festival


Zona Comercial


Sala da exposição Efeméride: Corto Maltese no Século XXI


Lançamento do livro Hän Solo com o editor da Polvo (Rui Brito) e o Autor (Rui Lacas)


Panorâmica da sala de lançamentos, apresentações e debates


Debate sobre blogues de BD com Nuno Neves (Notas Bedefilas) e Nuno Amado (Leituras de BD)























Daniel Maia apresentando os X TCC e Andreia Rechena (D. Zarzanga) lançando o seu [R]Eject Zine #4
























Diogo Carvalho nos autógrafos e Pedro Maneças apresentando o seu livro Manegas, o Indignado



Pormenor da exposição de Júlio Shimamoto























Pormenor das exposições Efeméride: Corto Maltese e uma oferta de Craig Thompson à Bedeteca de Beja
























Originais de Eliseu Gouveia e Niko Henrichon



Jantar convívio nos arcos da Casa da Cultura


Pedro Manaças fazendo um sketch à lupa!


Villa Romana de Pisões


Por tudo isto vale muito a pena rumar todos os anos para este evento!
Próximo post sobre este evento: exposições.

Boas leituras
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